Estamos fartos! Pinto da Costa, sim, sempre! Parasitas, não, obrigado! Fora com...

Estamos fartos! Pinto da Costa, sim, sempre! Parasitas, não, obrigado! Fora com Fernando Gomes!

Neste momento o Porto é um clube falido e com soberania limitada. Está na sua fase socrática. Contudo, deve haver gente a ganhar muito dinheiro com os negócios feitos com jogadores que chegam e partem.

De acordo com o Relatório e Contas enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o passivo aumentou 36,421 milhões de euros, atingindo a 31 de dezembro os 444,526 milhões de euros.

Segundo a SAD portista, o resultado líquido consolidado negativo de 51,854 milhões já era expectável e deve-se à brutal redução das receitas das provas europeias, devido à não qualificação para a fase de grupos da Liga dos Campeões de 2019/2020.

No primeiro semestre da época passada, que os dragões fecharam com um resultado positivo de 7,158 milhões de euros, a “Champions” rendeu 60,822 milhões de euros, enquanto no presente exercício as receitas das provas da UEFA não foram além de 9,397 milhões de euros. Ou seja, registaram uma quebra de 85%.

No total, excluindo os proveitos gerados com passes de jogadores, a SAD gerou receitas de 55,458 milhões de euros nos primeiros seis meses da época, menos 54,750 milhões de euros que no período homólogo em 2018/19, quando os ganhos chegaram aos 107,208 milhões de euros.

O passivo cresceu mais 36,421 milhões de euros, atingindo agora os 44,526 milhões. Um aumento justificado com o valor global dos empréstimos e das verbas a pagar a fornecedores.